Conhecida pelos seus exaltados discursos contra a indumentária obrigatória nos regimes islâmicos radicais, tornou-se incómoda não só no Irão — cujos agentes continuam a tentar matá-la, mesmo em solo norte-americano —, mas também entre alguns liberais europeus, que a acusam de contribuir para a islamofobia. Em entrevista ao Expresso, conta o que a levou a sair do Irão, como quase foi morta num país estrangeiro e por que razão ainda acredita na queda do regime